7 coisas que nenhum seguro viagem cobre

30 Mar 2019

Todo seguro é um contrato entre você (o segurado) e a seguradora. Assim como em qualquer contrato, há exigências e direitos para as duas partes. Por exemplo, a exigência mais básica para o segurado é a de pagar pelo seguro, enquanto que a seguradora tem que pagar pelo seu prejuízo na viagem. Isso parece simples, mas como em qualquer contrato, também há cláusulas e regras que afetam esse contrato. 

 

 

 

 

Aqui vou te explicar algumas regras que fazem as seguradoras não pagarem pelo seu prejuízo.

 

As pessoas podem achar injusto ou que é enganação, mas essas cláusulas servem para que as companhias de seguro se protejam de fraude ou também para afastar aquelas pessoas que já sabem que vão usar o seguro. Como o seguro é um contrato de risco e a seguradora ganha na probabilidade de você não usar o seguro, se você já sabe que vai usar, isso não é um risco pra eles e sim uma certeza de prejuízo.

 

A gente concordando ou não com essas cláusulas, elas existem e, se você não tiver uma ideia delas, não vai saber como agir na hora de usar o seguro. Eu tenho mais de 15 anos lidando com esse assunto e posso afirmar que o maior motivo de frustração das pessoas vem da falta de informação de como usar bem o seguro, por isso se ligue nessas dicas!

 

 

1) Exames agendados e consultas médicas preventivas 

 

O seguro viagem não te dá o direito a fazer um exame de check-up ou marcar uma consulta médica que não seja de emergência. A ideia desse tipo de seguro para a viagem é cobrir seus gastos médicos só em caso de uma emergência. Essa é uma das principais diferenças entre um seguro viagem e um seguro saúde.

 

Isso acontece porque ter esse tipo de cobertura iria encarecer o seguro sem necessidade, lembrando que além das coberturas para despesas médicas, o seguro viagem também cobre uma volta do segurado para o Brasil (em alguns casos de urgência), perda de bagagem e uma série de outras coberturas referentes a viagem. 

 

 

2) Tratamento médico relacionado a hemofilia ou diálise  

 

Assim como no primeiro item, tratamento como esses não são considerados no seguro viagem, pois eles são eletivos. Isso quer dizer que é um tratamento que você já sabe que vai precisar fazer antes do inicio da viagem. Além desses tratamentos, também não é possível fazer qualquer exame de rotina ou diagnóstico.

 

Lembre-se da lógica que é usada no seguro: se você já sabe que vai usar, então não é um risco é uma certeza de prejuízo para a seguradora. 

 

 

3) Qualquer ato seu que seja considerado perigoso   

 

Qualquer ato seu que seja notoriamente perigo pode implicar na falta de cobertura do seguro. Isso é relativo e como não está descrito o que cada seguradora entende como perigoso fica difícil para eles negarem qualquer coisa, mas tenha em mente que você corre um risco grande de não receber a indenização caso resolva escalar um prédio de 20 andares em Paris, por exemplo.

 

Ainda quanto a esses atos perigosos, se eles forem motivados por uma necessidade justificável, você provavelmente não terá problema. Por exemplo no mesmo caso anterior, se você escalar 20 andares de um prédio em Paris para fugir de um incêndio, você não terá problema para receber a indenização. Bem, espero que isso nunca aconteça...

 

 

4) Compra de remédios sem receita de um médico que te atendeu na viagem 

 

Parece complicado, mas é simples de entender. Na maioria do seguros de viagem há a cobertura de despesas farmacêuticas, mas essa cobertura só é válida se você for atendido por um médico, em uma emergência, durante a viagem. Ou seja, se você toma algum remédio regular, se esqueceu de comprar no Brasil e decide comprar na viagem, a seguradora não vai cobrir.     

 

 

5) Danos sofridos graças a catástrofes naturais     

 

Fenômenos naturais que não são comuns, como inundações, terremotos, erupções vulcânicas, tempestade ciclônica atípida, furacões, maremotos, quedas de meteoritos ou quaisquer cataclismos decorrentes de catástrofes naturais ou calamidade pública não são cobertos pelo seguro viagem, assim como acontece com outros tipos de seguro também.

 

 

6) Viagens em aeronaves não homologadas      

 

Já sabe, se você for fazer um passeio de avião, veja se ele tem todos os atestados de navegabilidade e se o piloto é habilitado. Isso vale principalmente para aqueles passeios turísticos em aviões pequenos. Esse ponto está muito ligado ao item 2, ao viajar em uma aeronave dessas, você está assumindo um risco maior e, por isso, a seguradora se libera de assumir um eventual prejuízo.  

 

 

7) Segurado sem habilitação para dirigir       

 

Qualquer acidente em que o segurado não tem habilitação para conduzir o meio de transporte libera a seguradora de pagar pelo prejuízo. Isso vale também se o segurado estiver praticando qualquer ato ilícito, como participando de um racha ou dirigindo bêbado, mas para isso será levado em conta a legislação do país da viagem. 

 

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Para fazer sua cotação do seguro viagem, clique abaixo:

 

 

 

 

 

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Tenha uma boa viagem!! 

 

 

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